Primeira e Única Experiência Gay

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit
  • Fetiche: Descobrindo prazer gay com amigo;

  • Personagens: Gustavo e Roberto (Amigos);

  • Características:

    • Pau Grande,

    • Máquina de Sexo;

Esta história um relato da minha única experiência homo e me deu muito tesão lembrar dela pra escrever este conto.

Se você gostou e estiver querendo trocar uma ideia sobre sexo deixe sua mensagem nos comentários no final da página ou escreva para [email protected]

Depois que separei da minha mulher fiquei sem lugar para morar.

Roberto me convidou pra passar uns tempos no apartamento dele e aceitei na hora!

Quando fizemos faculdade dividíamos um apartamento com mais dois caras.

Foi a melhor época da minha vida, aprontávamos mil sacanagens e estávamos sempre fodendo alguém.

O Roberto continuava na mesma vida de putaria, era um vagabundo sustentado pelo pai rico.

Por isso achei que seria uma boa morar com ele, com certeza armaríamos alguns esquemas como nos velhos tempos.

E eu tinha razão. O meu amigo me apresentou um monte de mulher, as mais piranhas e safadas que conheci. Todo final de semana rolava um bacanal naquele apartamento!

Passamos a frequentar uma boite onde 70% do pessoal era gay, onde se encontrava as gatas mais loucas e taradas da cidade.

Sempre saíamos de lá com alguma mulherzinha, e o Roberto chegou a comer uma lá dentro mesmo, no banheiro.

Mas teve um dia que o clima gay estava fervendo, deu até medo.

Ficamos de brincadeira, eu pedindo pra ele me proteger que eu não queria ser atacado. Estávamos bebadaços! Ele ficou de sacanagem, dizendo que era meu macho e que ninguém ia mexer comigo.

Me abraçou e entramos assim, como se fôssemos um casal!

Lá dentro estava lotado! Ficamos perto do bar conferindo o movimento. De repente passaram a mão na minha bunda.

Eu reclamei que ele não estava cumprindo o papel de homem do casal e rimos muito! Ele me puxou pra frente dele e me abraçou, e ficamos dançando assim, primeiro com as mãos dele na minha cintura e depois com os braços me enlaçando e apertando contra seu corpo.

Conforme fomos dançando comecei a sentir seu pau ficando duro. Foi um negócio estranho… sem perceber comecei a jogar meu corpo de encontro ao dele, quase rebolando pra sentir aquele volume roçando a minha bunda.

Eu estava gostando daquela sensação… Roberto começou a passar a mão no meu peito, por dentro da minha camisa, discretamente.

Ficamos um 3 minutos naquela posição, como se nenhum dos dois estivéssemos ligando.

Depois nos desvencilhamos e saímos pra comprar mais uma dose. Arrumamos duas garotas e logo cada um foi pro seu canto pra tirar um sarro e sentir um cheiro de boceta.

Quando a minha menina foi embora fiquei sozinho em um canto e me lembrei de um lance acontecido nos velhos tempos de faculdade. O Roberto sempre foi o mais louco e sempre arrumava umas festas malucas pra ir.

Em uma destas festas, eu estava com a cara completamente cheia, e vi o meu amigo saindo do banheiro (mais bêbado ainda) e dando de encontro com um doidão.

Eles ficaram se olhando, e o cara segurou no rosto dele e lascou um beijo na boca, de língua! Depois de uns 10 segundos cada um saiu pro seu lado como se nada tivesse acontecido!

Depois perguntei pro Beto porque ele deixou o cara beijá-lo, e ele respondeu na maior naturalidade que foi normal, ele só queria ver como era. E saiu dançando.

Me peguei rindo lembrando da cara dele. Depois que a mulher que ele arrumou foi embora também, voltamos pra casa, e não comentamos o que aconteceu entre nós. Só falamos das mulheres, as piranhas que não quiseram ir pro nosso apartamento, nem fazer uma chupeta, etc.

Aquele papo bem macho. Na cama porém eu não conseguia dormir. Aquela sensação não ia embora, era quase como se eu pudesse senti-lo me apertando atrás e me acariciando o bico do peito.

Meu pau parecia que ia estourar de tesão. Bati uma punheta maravilhosa, passando dedo no meu cú, coisa que eu nunca tinha feito antes.

Gozei muito! O mesmo aconteceu nos outros dias, eu lembrava a toda hora e comecei a ficar grilado. Ele parecia não lembrar mais do ocorrido.

Todas as garotas sempre falavam que o Roberto era um cara muito tesudo, que fazia sexo muito gostoso.

No nosso tempo de faculdade tinha uma garota que nós dois transávamos. Ela costumava me falar que nós dois fodíamos gostoso, mas que éramos diferentes: eu era um artista, ele um atleta.

Realmente sempre gostei muito de sexo oral e de prolongar ao máximo as preliminares e a própria penetração. Ela elogiava muito o pau dele, dizia que era muito gostoso de chupar, era cheiroso e até a porra era diferente.

Eu nunca senti ciúmes desses papos, mesmo porque ela também me elogiava pra cacete, e pensar na Júlia me deu vontade de revê-la.

Perguntei ao Roberto, que disse que nunca mais a viu, que agora estava casada com um coroa.

Entrei em contato e marcamos um drink. Quando a encontrei ela sugeriu que fôssemos pro nosso apartamento tomar um whiskey.

Senti que ela estava meio carente. E realmente estava. Com o álcool subindo, o papo logo desandou pro sexo, e ela reclamou muito da monotonia da sua vida sexual e da falta de criatividade do marido.

Daí em diante tudo aconteceu naturalmente, em dez minutos ela estava me pagando um boquete. De repente a porta abriu e a Júlia se recompôs rapidamente.

Ela e Roberto ficaram muito contentes em se reencontrar, se abraçaram e beijaram, mas ele percebeu algo de errado no ar e perguntou se tinha chegado em má hora, com aquele seu jeito direto.

Ela sorriu e disse que por ela não poderia haver hora melhor. Olhou pra mim e eu falei que seria uma boa oportunidade de matarmos todos juntos as saudades dos velhos tempos.

Eu a puxei pra um beijo e o Roberto a abraçou por trás.

Voltamos para a posição inicial, com ela chupando meu cacete, com a bunda sendo oferecida pro meu amigo. Ele tirou a roupa dela e depois a dele e foi logo metendo sem cerimônia. Apesar de toda a nossa amizade e vida sexual intensa eu nunca tinha visto de perto o Roberto pelado e de pau duro.

Ele tinha um belo dum exemplar, muito grande mas não chegava a ser anormal. Deveria ter pelo menos uns 23 cm e era realmente um cacete muito bonito, totalmente rígido, com uma cabeçona vermelha brilhante e poucas veias aparecendo.

Eu por minha vez sempre fui muito satisfeito com minha ferramenta, que também não é pequena, tem uns 20 cm e é pica suficiente pra satisfazer qualquer chavasca ou cuzinho.

O Roberto começou a bombar com violência na boceta, e os gemidos da Júlia eram abafados pela minha carne preenchendo sua boca. Eu fiquei muito excitado de ver como ele fodia, parecia um cavalo.

Segurava ela pelas ancas e puxava com tudo. Falei pra ele: “mete no rabinho!”. Ele atendeu prontamente, e ela apenas olhou pra trás com uma mistura de ansiedade e desejo enquanto seu buraquinho era arrombado sem dó.

Com o pau melado com os líquidos dela e com a ajuda dela mesmo que rebolava sem parar, em três estocadas ele enfiou até o talo, só deixando as bolas de fora.

E ela voltou a trabalhar meu cacete com sua boca faminta. Um clima selvagem pintou no ar. Ela me engolia inteiro e subia até a cabeça onde dava umas chupadas.

Eu estava praticamente fodendo sua boca, contrariando meu estilo suave. Estava contaminado por aquela energia.

O Roberto maltratava aquela bundinha, e a Júlia enfrentava a fera, jogando o corpo pra trás, acompanhando o ritmo alucinante das penetrações dele. Em apenas um ou dois minutos ela estava gozando.

E foram uma sucessão deles: 1, 2, 3, uma sequência de orgasmos em que seu corpo parecia que ia desmontar e sua garganta estourar pela altura dos gemidos intercalados com minha pica desaparecendo na sua boca.

Ahhh! Que delícia!! Ah!

Fode essa putinha, goza na minha bunda, me enche de porra, goza na minha cara!

Seus safados, tinha até esquecido com é bom transar!

Ah! Ai! Ai!

Ela estava extasiada.

O Roberto logo anunciou seu gozo. Pela sua cara vi que estava esporrando lá dentro, chamando ela de puta, de cadela, de vagabunda.

Em seguida tirou o mastro do buraquinho dela e soltou um mega-jato do seu leite na racha da bunda dela.

Depois mais dois, em uma quantidade de porra que nem em filme pornô eu tinha visto antes. Foi a senha pro meu orgasmo. Gozei quase afogando a mulher, que tentava engolir tudo mas deixava um pouco escorrer pelo canto da boca até a ponta do queixo.

Ela me tirou da boca e ainda levou uma esporrada no olho, uma cena realmente excitante aquela cara e bunda toda gozada, com ela praticamente desfalecida no chão da sala.

Depois desse dia ficou ainda mais difícil evitar os pensamentos, só me vinha na cabeça a imagem daquele caralho esfolando aquele traseiro e a cara de satisfação dos dois.

Eu já nem tentava evitar mais, estava curtindo a excitação que me provocava.

Certa vez estava transando com uma amiga e a safada começou a enfiar o dedo na minha bunda enquanto fazia uma chupeta. Deixei, e com a imaginação voando longe, gozei desesperadamente.

Então, tudo aconteceu em um domingo em que decidimos não sair de casa. Roberto estava só de cuecas, vendo uns sites xxx na Internet.

Ele estava lindo, com o pau duríssimo. Sentei do seu lado pra ver junto. Ele clicou em um link para um site gay e eu reclamei:

“Porra, vai virar viado agora?!”

Mostrando uma foto de um cara engolindo um caralho enorme, ele comentou que ele gostava de ver os caras fazendo blowjob, que os viados mostravam uma cara de muito maior satisfação com uma tora na boca, que chupavam com gosto.

Depois de um tempo sugeri que jogássemos um jogo no computador, já estava de saco cheio daquelas fotos hardcore.

Mas o cara estava viciado e ficamos discutindo. Brinquei que ele sabia que ia perder e que estava com medo.

Rindo ele perguntou se, tendo eu tanta certeza que ia ganhar, se eu faria uma chupeta pra ele se perdesse.

Combinamos então que quem perdesse bateria uma punhetinha rapidinha (10 segundos) pro outro. Parecíamos dois adolescentes! Ganhei a primeira, e botei o pau pra fora, a esta altura duro como ferro em brasa.

Ele fez um carinho gostoso. Ganhei as duas seguintes também e comentei que desse jeito eu iria gozar logo.

Daí perdi. Quando peguei naquele pinto quase tremi, e já não achava estranho. Parecia que tinha sido feito pra minha mão. Estava muito duro, mas tinha uma pele suave e quentinha. Propus que quem perdesse daí em diante que desse uma linguada do saco até a pontinha da cabeça do pinto do outro.

Ele topou e perdeu a primeira.

Me mandou sentar na cadeira de perna aberta e se ajoelhou no meio delas. Segurou meu pau com as duas mãos dando a volta por trás, sem apertar, deixando a metade à sua frente descoberta. Só que o pilantra ao invés de começar no saco desceu a língua até meu cuzinho e foi subindo, me arrancando um gemido e um arrepio gostoso.

Quando chegou na ponta, olhou pra cima e abriu os olhos, sorrindo pra mim marotamente.

Eu me desnorteei e não conseguia mais jogar.

Perdi rapidamente, e tive que pagar a minha “penitência”.

Fui subindo a língua, inicialmente só a pontinha e depois ela inteira, até a cabeça, onde provei uma gotinha do seu pré-gozo que já escorria por ali.

Uma delícia, salgadinha e perfumada. Daí em diante perdi a concentração e comecei a perder seguidas partidas, ficando cada vez mais à vontade próximo daquele cacetão.

Depois de umas 3 sugeri que ele acumulasse as linguadas. Perdi mais 5 e ele exigiu o “pagamento”, brincando que era pra fazer devagar e bem gostoso, como se fossem as “prestações” individuais. Ele sentou na beira da cadeira e aproximou a tora do meu rosto.

Segurei com firmeza e comecei devagar. Na primeira só subi até a ponta. Na seguinte, na descida também voltei lambendo. Na terceira, subi e desci lambendo em toda a volta, e a cabeça lambi inteirinha. De olhos fechados desliguei meus pensamentos e me concentrei apenas nas sensações. Aquele cheiro excitante. O gosto provocante. O sangue pulsando pela ferramenta. Na penúltima lambida já subi tocando com os lábios e com a língua. Fiquei beijando a cabeça, passando os lábios e a pontinha da língua.

Aí, ao invés de descer para recomeçar da base a última “prestação”, abri a boca e instintivamente engoli até onde pude aquele pinto gostoso, subindo apertando com toda a língua aquela carne quente e melada.

Quando tirei quase todo da boca, senti a sua mão na minha cabeça, empurrando levemente pra baixo, e o quadril sendo jogado pra cima. Comecei então um boquete bem devagar. Nunca tinha chupado ninguém, mas parecia que sabia direitinho o que fazer.

Trabalhava em toda a extensão e me detinha na cabeça, sempre chupando e apertando com a língua e com as mãos. Era uma sensação deliciosa. Roberto foi ficando mais excitado e começou a gemer mais alto e segurar com força meus cabelos.

Aquilo me estimulou e me fez chupar mais vigorosamente, abrindo a garganta. De repente, não sei como, toda aquela extensão e grossura desapareceram na minha boca, me sufocando e excitando ao mesmo tempo. Ao mesmo tempo eu o punhetava, olhando seu rosto se contorcer e sorrir. Senti seu gozo se aproximar e me preparei para não perder nem uma gota.

O jato quente veio acompanhado de gemidos roucos, e bateu no fundo da garganta. Uma textura e sabor deliciosos.

Engoli tudo e tirei o pau da boca pra levar seu creme no rosto. Apontei para o boca, mas deixei ela fechada.

Me melou toda a cara.

Em seguida engoli novamente e bebi tudo sugando até o fim, o deixando praticamente limpo. Depois fiquei passando o pau ainda totalmente duro na minha cara, espalhando a porra nas minhas bochechas.

Eu estava viajando com aquele pinto maravilhoso nas mãos. Fiquei parado um instante, com a cabeça deitada entre suas pernas, de vez em quando dando uns beijinhos de leve no pinto. Ele olhou pra mim e sorrimos com satisfação.

Me levantou e me levou para cama, onde me deitou de bruços. Ele veio por cima e passou o pau, já novamente duro, no meu rosto que estava virado de lado. Veio descendo pelo pescoço, pela minha coluna e quando chegou perto da bunda eu já estava arrepiado até o último fio de cabelo.

Passou pela minha racha, encostando no cuzinho e foi descendo, até que chegou nos meus calcanhares. Aí lambeu minhas costas e depois meu caiu de boca no meio da minha bunda. Enfiava a língua com precisão no meu buraquinho e me batia uma punheta.

Me colocou de quatro e continuou com a cara na minha bunda, era uma sensação indescritível. De repente começou a passar um dedo e eu rebolava com querendo colocá-lo pra dentro. Como eu estava todo melado e arreganhado não foi difícil ele entrar.

Com uma mão no meu pau e outra no meu cú ele estava me tirando do sério, e pra completar ficava falando:

Que cuzinho gostoso, quentinho, eu vou esquentar ele mais ainda.

Eu já estava quase gozando quando ele parou, me puxou pra ponta da cama e se preparou pra meter a ferramenta. Eu fiz questão de olhar tudo, queria ver a sua cara de tesão e mais do que tudo aquela piroca enorme e linda. Fiquei despreocupado, pois não tinha sentido dor alguma.

Ele encostou a cabeça e deixou lá do lado de fora, me fazendo tremer. Como eu estava bem relaxado e melado, quando ele forçou a ponta entrou, e para minha surpresa foi uma dor lancinante! Roberto começou a fazer movimentos bem curtinhos, apenas pra relaxar meu buraquinho, com um carinho que eu acho que ele não costumava ter com as mulheres. De repente a dor desapareceu, me acostumei a sentir aquele bifão dentro de mim, foi como se eu me abrisse para recebê-lo.

Subiu um tesão pelo meu corpo e eu joguei as ancas pra trás fazendo entrar até a metade, e comecei a implorar:

Me fode!!

Como eu queria sentir esse cacetão no meu cú!

Enfia tudo!” E ele enfiou o restante, senti seus pentelhos na minha bunda. Tudo aquilo enterrado dentro de mim, um prazer fenomenal.

Enfia! Me mete! Me come gostoso!

Eu gritava e gemia e mordia o travesseiro.

A dor já não existia mais, só o prazer de se sentir preenchido. Ele se descontrolou e voltou ao seu estilo vigoroso, metendo com tudo, cada vez mais gostoso, era uma delícia ouvir seus gemidos e o barulho do seu frente batendo com força no meu traseiro suado.

Mexe, minha putinha! Ah! Ah!

Cuzinho gostoso, sente tudo, vou encher você de porra

Eu escutava e aumentava mais o tesão,

Ai, ai, ai

Era só o que conseguia dizer a cada estocada.

Então ele começou a bombar com uma força tal que me levantava e eu senti que ele não seguraria mais o gozo.

Comecei a rebolar alucinadamente, jogando o corpo contra o dele e contraindo o cú para sentir melhor aquele mastro que me arrombava.

Primeiro ele gozou lá dentro, e como gostava de fazer tirou pra gozar o resto fora.

O jato quente acertou bem no meu cú e eu quase gozei com isso. Uma esporrada grossa lançada longe me acertou próximo do pescoço.

Ele ficava batendo o pau duro na minha bunda, como se fosse um chicote.

E o safado tarado não amoleceu.

Sentou na cama e me fez sentar por cima, me empalando com seus 20 e tantos centímetros de ferro em brasa. Foi só encostar na portinha e descer de uma enfiada só.

Meu reguinho já era dele. Fiz uns movimentos de vai-e-vem, mas me faltavam forças nas pernas. Ele então parou com o pinto atolado até o fim e com a mão procurou meu pau.

Mordendo meu pescoço, começou a bater uma punheta muito forte.

Eu sentava ainda mais como se quisesse ainda mais dentro de mim. O gozo foi fulminante.

Meu semên se espalhou pra todo lado e eu não parava de gozar e gritar

Gostoso, gostoso, gostoso

Agora eu entendia seu sucesso com as mulheres, eu que nunca fui viado (embora pareça um descrevendo assim desse jeito) só podia chamar aquele caralho de gostoso.

Um pouco da minha porra escorreu na sua mão e ele levou à minha boca.

Lambi tudo, chupando seu dedo e querendo chupar mais uma vez seu pinto gostoso.

Ele não saiu de dentro de mim, ficamos deitados lado a lado, com ele acariciando minha bunda e às vezes meu pau e me beijando as orelhas.

Eu perguntei se ele já tinha transado com outro cara e ele disse que só quando tinha treze anos.

Eu falei pra ele que era minha primeira vez e que eu não me arrependia. Roberto comentou que o meu cúzinho era o mais gostoso que ele já tinha comido.

Eu comentei que o seu pau era o mais gostoso que já tinha me comido e rimos muito.

Depois disso ainda tomamos um banho juntos e fiz um novo boquete, quando ele gozou como se fosse a primeira do dia. O cara era uma máquina mesmo. Durante um mês transamos todos os dias, ele às vezes queria me comer antes de eu sair pro trabalho.

Um dia me levou pela madrugada chupando seu pinto enquanto rodávamos de carro pela cidade. Mas o tempo passou e apesar de todo o prazer começamos a sentir falta de boceta. Concluímos que era melhor para com a viadagem (ríamos de nós mesmos) e voltar à caça.

Ligamos para algumas amigas e matamos as saudades e o tesão.

Depois disso nunca mais transamos juntos. Voltei pra minha mulher e nunca mais senti vontade de dar a bunda pra ninguém, meu negócio foi apenas com aquele pinto que me hipnotizou e conquistou.

Acho que daqui a algum tempo talvez eu o convide pra viajarmos e passarmos um final de semana juntos.

É uma amizade profunda. Um amigão. Gostoso.

Se você teve uma experiência interessante ou gostaria de me dizer o que curte fazer entre quatro paredes deixe uma mensagem nos comentários abaixo ou escreva para [email protected]

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit



Nenhum comentário


Você pode deixar o primeiro : )



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Humano? * Tempo limite excedido