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Experiência Lésbica Maravilhosa

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Ela sabia que era linda, aliás era perfeita e tinha o poder de seduzir qualquer um.
e tudo tinha que acontecer justamente em minhas férias: foi quando Marilyn me conheceu.
Eram as praias do sul em pleno mês de abril, outono, aquele ventinho frio na beira da praia, jantares clássicos e passeios de barco.
Numa tarde daquelas, fui conhecer uma praia deserta.
Estava sozinha e, quase ao final da pequena orla de menos de metros, um carro estacionado.
E na areia estava Marilyn, loura, alta, corpo tão ou mais perfeito que o meu, os lábios mais carnudos que alguém poderia desejar.
Completamente nua, ela permanecia deitada na areia, de bruços, tomando o sol da tarde.
Constrangida, resolvi ir embora.
A cidade estava quase erma devido a baixa temporada de veraneio e o que eu mais queria era privacidade.
No momento em que a vi a decidi ir embora.
No entanto, antes que tivesse entrado em meu carro ela colocou o roupão que estava na areia e veio em minha direção.
Com um belo sorriso nos lábios ela conversou comigo perguntando do motivo da minha visita à cidade e, ao contar que ficaria quinze dias na cidade por motivo de férias, seus olhos brilharam como duas esmeraldas cristalinas.
Ela disse que também estava só na cidade e me convidou para conhecer outras praias e pontos turísticos.
Trocamos telefones e nos despedimos.
Naquele dia a noite, esquecido o ocorrido, o telefone do hotel tocou: era Marylin que estava na portaria e pedia para subir.
Estava na janela vendo o mar e sentindo a brisa da noite estrelada e concordei em recebê-la, mesmo sem a conhecer direito.
Conversamos sobre coisas triviais, moda e viagens durante algum tempo, papo este regado ao meu vinho branco predileto.
Senti que ambas estávamos levemente alcoolizadas.
A portaria do hotel nos interfonou informando que o automóvel da minha convidada estava na garagem do prédio devido já ter passado da meia noite: foi então que percebemos como era tarde.

Liguei para o serviço de quarto pedindo para que enviásse alguns petiscos e mais vinho, e, enquanto esperávamos, Marylin chegou perto de mim, molhou sensualmente os lábios com um gole de vinho e olhando nos meus olhos disse que me desejou desde que me viu a tarde na praia.
Eu vestia uma minúscula regata branca que deixava meus fartos seios quase a mostra.
Ela colocou a mão dentro da minha blusa e tocou meus seios.
Eu, atônita, senti uma sensação deliciosa e inevitavelmente excitante.
Ela encheu mais uma taça de vinho gelado e derramou sobre a minha blusa deixando-a transparente e fazendo com que o bico dos meus seios arrepiassem.
Ela tirou minha blusa e começou a tocar meus seios com a língua, ora com voracidade, ora somente mordiscando o bico deles.
Foi nesta hora que o serviço de quarto tocou a campainha.
Meio constangida, coloquei novamente a blusa mesmo molhada e fui receber as bebidas.
Assim que tranquei a porta não sabia o que fazer.
Tive vontade de pedir para que ela fosse embora mas eu estava tão excitada qua já não sabia mais como agir.
Ela encheu novamente a taça de vinho gelado e, enquanto eu estava virada, ela derramou a metade nas minhas costas.
Quando me virei sem saber ao certo como reagir ela me beijou.
O sabor do vinho tocou a minha boca e ela novamente começou a acariciar meus seios por cima da blusa.
Ela foi me empurrando para o sofá e eu me deitei enquanto Marylin lambia meus seios, pescoço e meu abdômen.
Eu estava de minissaia e ele tirou a minha minúscula calcinha e abriu minhas pernas para que ela continuasse me beijando.
Marylim, ao passo que me lambia, gemia ao mesmo tempo.
Eu estava me segurando mas foi inevitável e a minha respiração ofegante transformou-se em gemidos em instantes.
Ela abriu os lábios da minha vagina.
Tocou levemente com os dedos no meu clitóris e na entrada do meu ânus.
Eu estava completamente molhada e o prazer era tanto que eu quase não conseguia reagir.
Marylin começou a tirar a roupa e ficou completamente nua enquanto ela devorava os grandes lábios do meu sexo e lambia o meu ânus e penetrando a língua dentro da vagina.
Ela deitou-se no tapete da suíte e abriu bem as pernas e me convidou a experimentar seu sabor.
Eu comecei timidamente a beijar seu seios e quando Marylin começou a gemer eu senti prazer em tocá-la.
Foi neste momento que me entreguei totalmente áquele momento de sexo.
Ao passo que trocávamos carícias, Marylin gemia loucamente, repetindo palavra obscenas que me deixava ainda mais excitada.
Eu chupei seus seios, sua barriga e passei a lingua por toda a sua vagina e ânus e, ao me deparar com seu clitóris, eu beijei abocanhando-o como se fosse um beijo de língua, enroscando minha língua no clitóris e sugando-o.
Marylin já não gemia mais, ela gritava e enquanto em fazia isto, penetrava meus dedos em sua vagina e seu ânus.
Eu já havia chegado ao orgasmo e ela também mas queríamos mais.
O fato de não a conhecer me excitava e me deixava livre para soltar minhas fantasias.
Após longos minutos de chupadas, eu a mordisquei ao ponto de arrancar urros de prazer de Marilyn.
Ela urrava e se debatia em seus múltiplos orgasmos.
Estávamos quase que entregues ao cansaço.
Eu e Marilyn já havíamos tido orgasmos múltiplos mas não conseguíamos parar.
Foi então que Marilyn deitou por cima de mim ao inverso e, emquanto ela chupava a minha vagina eu lambia a sua até que ambas novamante explodiram em um orgasmo.
Fomos ambas para a ducha do hotel e, após o banho, passamos algum tempo degustando uma maravilhosa mesas com queijos, vinhos, salmão defumado conversando sobre coisas triviais até que pelas altas horas da madrugada ela deixou o hotel prometendo voltar…

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Experiência Gay Maravilhosa

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Estou aqui para contar a vocês uma nova experiência que tive a pouco tempo, numa viagem que fiz.
Em maio deste ano fiz uma viagem para o interior, e quando voltava passando pelo pedágio fui abordado pôr 2 PM’s que queriam uma carona para São Paulo.
Não eram muito bonitos e nem tinham um corpo escultural, mas como não gosto de viajar sozinho, resolvi parar e dar carona para eles.
Um deles era casado e o outro solteiro, isso fiquei sabendo pela conversa que começamos a travar.
O papo ia descontraído, aí resolvi ver no que daria se eu desse uma investida, pois estava morendo de tesão e tenho uma tara especial por fardados.
Dei um jeito de levar a conversa para o lado do sexo, e perguntei a eles se realmente o que se ouve falar a respeito de PM’s é verdade, que eles dão batidas e que quando encontram um gay eles comem o cara.
A principio os dois negaram, mas qdo disse que eu era um internauta e que nos chats eu sempre conversava muito com PM’s e que eles eram chegadinhos numa bundinha os dois começaram a se soltar e o papo rolou mais solto.
O casado chegou a dizer que já tinha entrado numa dessas batidas e que o viado tinha feito um boquete para ele.
Perguntei se ele havia gostado.
Ele então me respondeu que tinha sido muito bom, que o cara sabia realmente fazer a coisa direito.
O papo foi se esticando e em determinado momento o casado me perguntou o porque eu estava fazendo aquelas perguntas, e eu respondi que era pôr curiosidade.
Para meu espanto ele me disse: – Será que você não gosta de um policial ta’mbém? – Olha para ser sincero até gosto, mas nunca tive a chance de ter um ao vivo.
Nesse momento ele se ajeitou no banco, abriu as pernas e começou a massagear o pau dele de leve, falando comigo e olhando a minha reação.
Eu estava dirigindo e não podia tirar a atenção do volante, mas dava umas olhadas para ele.
Ele não sendo bobo percebeu e viu que eu estava meio aflito com aquilo, então continuou mexendo e disse que queria fazer xixi, se seria possivel eu dar uma paradinha.
Eu perguntei se ele queria na rodovia ou se poderia ser num posto.
Ele me respondeu: – Você é quem sabe, onde for melhor e mais confortável para você.
Parei na estrada mesmo, e ele desceu, tirou o pau deixando-o de maneira que eu pudesse ver, e começou a mijar, eu não tirava os olhos daquele pau, morrendo de vontade de poder pegar, chupar e quem sabe até sentar nele.
O amigo que estava atrás também desceu e foi fazer xixi.
Foi maravilhoso ver aqueles paus ali tão perto.
Entraram e continuamos a viagem.
Mas o policial da frente não fechou o zíper da calça, deixando seus pentelhos a mostra.
O primeiro posto que vi parei e disse que estava com sede.
Entramos tomei água e disse que iria ao banheiro.
Os dois foram atras de mim.
Entrei no banheiro e procurei uma cabina, pois la só tinham 3.
Entrei e quando fui fechar a porta eles empurraram e entraram junto.
Na hora fiquei assustado, mas eles entraram e ja foram abaixando as calças e o casado disse: – Já que vc nunca teve chance de ter um policial ao vivo, não perca esta, pois aqui estão dois ao seu dispor e prontos para satisfazer sua vontade.

Olha eu disse aquilo.

Você quer ou não o nosso pau, aproveita.

Abaixei, e coloquei o pau do casado na boca, chupava gostoso, mamava mesmo e o pau dele foi crecendo dentro da minha boca.
O solteiro (vamos chama-lo de Fausto) chegou perto e disse: – Aqui também, pode mamar aqui que tem o que vc gosta também.
Minha boca foi invadida pêlos dois paus, que entravam e saiam dele como se tivessem sido feitas para isso.
Mamei acho que uma meia hora.
Até que Fábio ( o casado) me disse para levantar e baixar as calças.
Eu obedeci.
Ele veio pôr trás e começou a esfrear o pau na minha bunda, enquanto eu chupava o Fausto que metia gostoso agora sozinho na minha boca, enfiando tudo até a garganta.
Fábio então começou a enfiar o dedo no meu cu e dizia: – Fausto acho que teremos trabalho, pois o cu é bem apertado, eu começo e vc termina.
Ele cuspiu na mão, lambuzou o pau que ja estava com uma camisinha e foi colocando.
Fausto então enfiava o pau na minha boca e não me deixava tirar, pois percebeu que estava doendo pela pouca lubrificação, mas Fábio foi cuspindo no pau e le começou a entrar.
Qdo a cabeça passou ele tirou e me mandou chupar e lambuzar bem o pau, para facilitar ele meter.
Eu obedeci, enquanto chupava e lambuzava o pau do Fábio o Fausto ia cuspindo no meu cu e metendo o dedo para ajudar.
Fábio voltou e agoira com o pau lambuzado e o cu todo cuspido o pau não teve resistência e entrou.
Ele deu um suspiro e começou a meter gostoso, eu aceitando tudo como uma puta, rebolava no pau do Fábio e chupava o pau do Fausto.
Eles riam e baixo e falavam que eu desde que eles entraram no carro tinha ficado com tesão e que agora eles iam me dar o que eu estava precisando.
Fabio me comeu gostoso, mas disse que não ia gozar, tirou o pau do meu cu e disse ao Fausto que era a vez dele completar o serviço.
Fausto foi para trás de mim e me enrabou gostoso, e eu chupava o pau do Fábio que estava duro feito pedra, as vezes ele tirava pois dizia que se eu continuasse a chupa-lo daquele jeito ele ia gozar e que queria gozar com o amigo, mas dizia para Fausto não ter pressa, me comer gostoso pois ele tinha sentido que meu cu era gostoso e valia a pena dar uma foda gostosa.
Ficamos assim, eu chupando o Fabio e sendo enrabado pelo Fausto uns quarenta minutos.
Até que o Fausto disse: – Fábio quero gozar, já não agüento mais, esse cu é muito gostoso mas preciso descarregar.
– Vem ca Fausto, senta no vaso viado e abre a oca que vamos te dar nossa porra quentinha agora.
Com um de cada lado eu estava ali, sentado com a boca aberta e dois paus meio dentro e meio fora, passando a língua na cabeça deles, quando um jato forte entrou na minha boca, era Fábio e logo em seguida outro jato era Fausto.
Gozaram gostoso, me fazendo limpar os paus e guarda-los, tive que por a cueca neles e depois a calça, fechar o zíper e ainda me fizeram agradecer pôr eles terem me comido.
Voltamos para o carro e seguimos viagem.
Eu então fui calado e pisei pois estávamos parados a mais de uma hora, quando um carro da policia rodoviária nos parou e veio conversar comigo.
Eles desceram e conversaram com os guardas e eles disseram que era para eu segui-Los até o posto policial.
Então perguntei o que tinha acontecido e porque teria que ir até o posto, quando Fábio respondeu: – Falamos que você nos dava carona e que vc era muito gostoso, contei pôr alto o que tinha acontecido e eles querem você La no posto.
– Mas o porque me querem lá? – Você vai saber logo.
Chegando no posto descemos e me levaram até a sala do comandante, que me perguntou se eu não sabia que tinha que respeitar a velocidade.
Eu disse que tinha que levar os guardas até são Paulo e que pôr isso estava pisando mais.
O comandante olhou para mim e disse que se eu não tivesse parado para dar o cu eu não teria que correr.
Fiquei sem graça na hora e os dois entraram na sala e se despediram de mim dizendo que uma viatura ira leva-los.
Nisso o comandante levantou e me disse que se eu não quisesse uma multa era para eu mostrar o que eu tinha feito com os dois.
Ele já estava de pau para fora.
Fiquei de joelhos e metia aquele pau na boca, pois guarda rodoviario todos sabem que são homens belissimos e que tem um uniforme que mostra bem a mala que eles possuem.
Mamei gostoso aquela vara enorme e depois fui colocado en cima da mesa e na posição de frango assado fui enrabado por aquele homem lindo e gostoso.
Nisso entrou um dos guardas que estavam na viatura e logo colocou o pau na minha boca, me fazendo chupa-lo enquanto eu levava ferro no cu com o pau do comandante.
Ali eles uivavam de tesão.
O comandante me comia e batia na minha bunda me chamando de viado, bicha, puta de estrada, dizia que eu não prestava e isso me dava mais tesão, me fazia ficar louco, o que fez com que eu rebolasse e desse o cu com bastante vontade.
A certa altura ele começou a meter com força e fundo, eu dei uns gritinhos que foram abafados pelo pau do outro guarda que enterrou ele na minha boca.
O comandante gozou fartamente, o que pude ver quando ele tirou a camisinha.
Ele sentou na cadeira e girou dizendo que eu tinha que limpar o pau dele, eu desci da mesa e me debrucei e comecei a chupar o pau dele, quando senti o pau do outro guarda entrar violentamente no meu cu, o que me fez gritar de dor, mas ele não tinha dó, metia con força, como um selvagem, batendo fundo com o pau la dentro, metendo a mão na minha bunda.
O comandante então colocou uma das pernas sobre a mesa e me forçava a cabeça no seu pau que em pouco tempo ficou duro novamente.
Eu ja sentia meu cu arder e o guarda não parava de meter e nem gozava, estava doendo, e a boca cheia com o pau do comandante.
Determinado momento senti algo quente dentro da boca e vi que o comandante gozava fartamente me inundando a garganta com sua porra.
Nessa hora o guarda não agüentou e deu uma estocadas fortes que senti la no fundo e senti seu pau pulsar forte e sua porra jorrar.
Ele tirou o pau e a camisinha e me fez limpar o pau dele.
Depois de ser enrabado pôr 4 fardados, me deixaram ir embora o que foi difícil pois ficar sentado 2 horas até chegar em são Paulo foi difícil, com o cu ardendo como estava.
Mas hoje do saio para viajar rezo para que aconteça tudo de novo.
Quem quiser trocar e-mal comigo pegue meu endereço no primeiro conto, EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA, estarei sempre pronto a responder e quem sabe poderemos até nos conhecer.

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Transando Com Amigo Depois de Um Banho de Piscina

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  • Fetiche: Transando com amigo depois de nadar de cueca;

  • Personagens: Murilo, Daniel;

  • Características:

    • Amigo gato,

    • Amigo deus grego;

Foi no final de Janeiro, enquanto ainda estavamos de férias.

Eu e meus amigos de colégio sempre nos encontramos durante as férias para nos divertirmos, era um dia como qualquer outro e saíamos do boliche.

Estava um calor insuportável e o Rafael deu a idéia de um banho de piscina.

Telefonei para minha mãe e do Shopping ela nos levou até a casa do Rafael para nadarmos.

Chegando lá, não havia ninguém na casa (ótimo, estavamos sozinhos), como o banho de piscina não estava previsto todos tiveram que entrar de cueca, para a minha felicidade.

Foi uma tarde muito gostosa, mas o melhor ainda estava por vir, notei que um dos meus colegas estava muito perto de mim e várias vezes esbarrou seu pau em minha perna, eu não fiz nada, até que estava gostando disso tudo, mesmo porque ele é um gato.

Depois de muito volêi e Polo, resolvemos ir para a sauna e na hora que o Murillo saiu, pude observar todo o seu volume através da cueca branquinha e molhada.

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Dando no Mar para Estranhos

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A nossa vida é cheia de surpresas e muitas vezes não temos como fugir.

Certo dia após ter sido despertado a minha sede de dar meu cu fui andar pela praia somente de sunga.

Após ter caminhado pela praia deparei com um pessoal acampado literalmente e eles me convidaram a tomar uma cerveja e como eram dois rapazes sarados concordei e fomos jogando conversa fora.

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